Não sendo novidade para ninguém o que eu penso sobre coligações, e tendo em linha de conta o que foi feito e dito ao longo dos tempos, nomeadamente por Nuno Melo antes de ser presidente do CDS, há algumas considerações a fazer.
O CDS-PP não tem condições de ir a eleições sozinho por mera incompetência dos seus responsáveis que passaram dois anos a marcar passo. Ou seja, a assobiar para o ar.
Nestes dois anos, o CDS mais não fez do que nomear delegados disto e daquilo que até esta data, uns por manifesta incompetência outros porque não querem e outros porque não tiveram tempo, não se organizaram para que o partido tivesse dentro de si, os tais quadros que agora deviam estar preparados para serem cabeças de lista em 18 distritos.
Assim, e como sempre, o CDS vai a votos sem no dia 10 de Março depois de contados os votos, se perceba a real dimensão do partido, porque os seus responsáveis uma vez mais, preferem um resultado que garanta a sua própria sobrevivência política, hipotecando da forma que já todos percebemos, o futuro do próprio partido.
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