quarta-feira, 25 de março de 2026

Um género político !!

Um género político.

Nos últimos dias, ouvimos tudo quanto é comunicação social, falar de identidade de género como se fosse um problema só de alguns... um problema só das famílias afetadas por uma ideologia de esquerda imposta à força como se faz nos regimes do terceiro mundo. Alguém que sobe ao poder sem ganhar eleições, tipo António Costa e restante esquerda que fez parte de uma geringonça criada por Marcelo Rebelo de Sousa, que naquela altura já ambicionava chegar ao poder, e usa tudo o que está ao seu alcance para cumprir uma cartilha, desenhada para escalarem uma transformação social sem precedentes e assegurarem os seus tachos. Para Costa, funcionou na perfeição.

Por isso, todos aqueles a quem lhes foi dito, ensinado, instruído, incutido, impingido que podiam ser do género que quisessem se assim o entendessem, e isto foi feito da forma mais vil, mais covarde, mais desumana de que possa haver registo, sem que pais ou encarregados de educação foi alertados para o que estava a acontecer nas escolas, ou simplesmente porque depois do que se ouvia nas escolas, crianças com 10 ou 11 anos, mergulhavam na net e descobriam que afinal, do outro lado do mundo havia quem deixasse de ser menino e passasse a ser menina ou vice-versa, e sem que os pais dessem conta, entraram numa espiral de negação da sua própria identidade, só porque na net há relatos de que pode ser assim. A verdade é que na net, também há relatos de que tudo isto tem consequências e algumas delas bem gravosas para futuro destas crianças, o que se passa é que a cabeça delas foi tão bem formatada nas escolas, que elas não procuram os efeitos colaterais de uma decisão que pode não ser ou não ser irreversível, e passam a sonhar com o dia em que vão fazer 18 anos, para poderem fazer o que muito bem acharem que podem fazer. 

O problema é que até lá, a vida dessas famílias atingidas por este género político, criado nas profundezas do que existe de mais desumano, é completamente dominada por uma criança de 10 ou 11 anos, que passa ter o controle da família nas mãos porque os pais não querem contrariar a criatura com medo que se mate, porque as ameaças são reais e as tentativas também.

A lei aprovada e promulgada em 2018, pelo governo do Sr. Costa e companhia, atenta contra a vida humana, coloca em risco milhares de famílias que viviam felizes antes de esta lei que permitia que fossem administrados bloqueadores de puberdade nas crianças para que atrasassem o seu processo natural de crescimento, coisa que na semana passada vimos com a Graça de Deus ser alterada graças a uma intervenção tardia do CDS, mas que vale mais tarde que nunca, e obrigado por fazerem a vossa parte, mas lembrem-se que há muito mais para fazer.  Travar o crescimento de jovens e adolescentes, é encurtar-lhes a vida, é tirar-lhes parte da sua própria experiência na terra, dizer-lhe que podem trocar de sexo, desvalorizando o assunto como vemos em algumas escolas, é tolher o futuro das nossas crianças e jovens, porque no dia em que eles descobrem que mesmo depois de operados, quem nasceu homem, continua homem até morrer, e quem nasceu mulher, continua mulher até morrer, nesse dia, vão ser os próprios a quererem fazer justiça.

No dia em que isto acontecer, os responsáveis políticos por este descalabro, vão ter de arcar com as consequências do sofrimento que estão hoje a causar, a quem neste momento sofre na pele as dores da inconsciência de cada um deles, no dia em que estes jovens tiverem noção de que foram enganados e deram cabo da vida deles, porque meia dúzia de loucos resolveu impor um regime que não encaixa na nossa sociedade, são os próprios jovens que vão avançar com tudo o que for humanamente possível para reporem a verdade sobre os fatos que agora mais não parecem, que cenas tiradas de um filme de terror. 

Todos os dias temos relatos dessas cenas de terror. Todos os dias temos, mães que choram porque vêm as filhas raparem o cabelo e usarem roupas largas para não se notarem as mamas, todos os dias vemos relatos de mais uma criança que se quer matar, porque não está bem naquele corpo, não se identifica com o corpo que tem. Antigamente também havia casos destes, mas não chegavam a casa e diziam “... a partir de hoje, tratas-me como um menino, a tua filha morreu...” e aí da mãe que não o faça, porque ele ou ela tenta logo matar-se. 

As crianças apreendem muito rápido os seus direitos, esquecessem é que muitas vezes esses direitos desaparecem quando interferem com os direitos dos outros mais crescidos, que têm o dever de criar, manter e educar os filhos, mas as crianças não têm só direitos, também têm deveres e acima de tudo têm o dever de respeitar quem lhes providencia uma cama, uma refeição, uma vida... todos os dias. Portanto, quando uma criança vos disser que tem os direitos, acreditem... vai perceber muito melhor se ficarem sem a playstation por uns dias, porque o direito a usar uma consola de jogos, termina quando se esquecem do dever de agradecer terem uma forma de se divertirem. 

É por isso que eu chamo a tudo isto, um género político, não porque me apetece incomodar dos defensores da IG, mas porque quero fazer perceber que há aqui de facto um problema político que tem de ser resolvido. 

 

Sim ... fui que escrevi, não foi a AI .

 

 

 

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